
Neste segundo semestre marcado por uma disputa acirrada das áreas de DCM, duas emissões de grande porte vieram a público nesta semana: a SLC Agrícola quer captar R$ 900 milhões e, a Eldorado, R$ 2 bilhões.
A emissão da SLC Agrícola tem como coordenador líder o BTG Pactual, além de Itaú BBA e Safra. Já a captação da Eldorado tem como líder do sindicato o Bradesco BBI, além de Itaú BBA, XP e BTG.
Os spreads permanecem comprimidos. A emissão da companhia dos Logemann terá vencimento em 2033, lastro em uma CPR financeira de comercialização de algodão e uma taxa-teto de CDI+0,4%.
Já a emissão da Eldorado será dividida em três tranches, também lastreadas por CPRs financeiras.
Na primeira, de até R$ 1 bilhão, será decidido o maior entre DI 2032+0,30% ou 14,10% ao ano. A série terá vencimento em setembro de 2032.
A segunda (de até R$ 500 milhões) será definida pelo que for maior entre IPCA+2035 somado a 0,20% ou 7,55%, com vencimento em setembro de 2035.
Na terceira, a remuneração será a maior entre IPCA+2040 mais 0,30% ou 7,60% ao ano. A tranche terá vencimento em setembro de 2040.
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Ambas as emissões têm a Opea como securitizadora.